veja quão esmagados são os crânios de bebês durante o parto

Quando os bebês atravessam o canal de nascimento da mãe
durante o parto, o ambiente apertado esmaga temporariamente suas cabeças
pequeninas, alongando seus crânios flexíveis e mudando a forma de seus
cérebros.

Agora, cientistas franceses e americanos criaram imagens em
3D que demonstram a verdadeira extensão dessa incrível deformação em forma de
cone.

O estudo

Isso pode parecer absurdo, mas as cabeças dos bebês são capazes
de mudar de forma sob pressão porque os ossos de seus crânios ainda não se
fundiram.

Regiões suaves no topo da cabeça acomodam-se sendo
espremidas através do canal do parto e permitem que o cérebro cresça durante a
infância.

No entanto, a mecânica exata de como o crânio e o cérebro de
um bebê mudam durante o trabalho de parto não era bem compreendida, até agora.

Para entender melhor esse processo, os pesquisadores,
liderados por Olivier Ami da Universidade de Clermont Auvergne (França) realizaram
exames de ressonância magnética em sete mulheres grávidas, primeiro quando elas
estavam entre as semanas 36 e 39 de suas gravidezes e depois quando estavam em
trabalho de parto, com seus colos completamente dilatados.

Radical

Os exames de ressonância magnética capturaram visões dos
tecidos moles que não eram aparentes apenas com ultrassonografia, fornecendo
pistas importantes para entender a “deformação” dos crânios e cérebros fetais e
o movimento dos tecidos moles maternos ao redor deles durante o parto.

As imagens revelaram uma significativa compressão do crânio,
conhecida como “moldagem da cabeça fetal”, em todas as crianças, e sugeriu que
as pressões exercidas sobre cabeças e cérebros dos bebês durante o parto são
mais fortes do que pensávamos.

Em todos os sete fetos, os ossos do crânio que antes do nascimento
não se sobrepunham estavam visivelmente sobrepostos quando o trabalho de parto
começou, deformando as cabeças e os cérebros dos bebês.

Em cinco deles, os crânios retornaram para suas formas pré-parto
logo após o nascimento, e a deformação não foi perceptível quando os
recém-nascidos foram examinados.

Os resultados do estudo foram publicados na revista científica PLOS One. [LiveScience]



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